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Terrence Malick é um nome único no cinema atualmente. Poucos diretores na história do cinema são tão pessoais em suas obras, que apenas algumas cenas já revelam o nome por trás da obra.

Isto pode ser uma benção ou uma maldição, especialmente se você não cede aos apelos de um público – e crítica – preguiçoso, indolente e mesquinho.

O diretor americano, assim como T.S. Eliot, é dono de uma voz única, tão única que inimitável, tão única, que hermética em sua simplicidade, que engana os “intelectuais, porém idiotas”, na feliz – e sarcástica – expressão de Nassim Taleb.

É fácil cair na armadilha de enxergar seus filmes, especialmente após o monumento artístico que é “The Tree of Life” (2011), como meras repetições monocórdicas, belas, mas insípidas.

Isto aconteceu com “To the Wonder” (2012) e especialmente com seu mais recente filme, “The Knight of Cups” (2015).

Lendo as críticas feitas…

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